If the Only Tool in Your Toolbox is a Hammer, Everything Looks Like a Nail.

If the Only Tool in Your Toolbox is a Hammer, Everything Looks Like a Nail.

Someone once said – ‘If the only tool in your toolbox is a hammer, everything looks like a nail.’

I saw a presentation by the founders of ‘Visicalc’ [the forerunner to Excel] at the Computer History Museum.  They never dreamed that anyone would use their software for anything but numbers.

For all of us Excel users, look at all the different ways you are using Excel.  This is the best example I can think of as the only tool in your toolbox.

Early on, companies that want to manage [improve] their processes will go to their
toolbox and pull out something like Excel, Word or Visio and will find a way to make this tool ‘fit’ their needs.

There are some pluses.

Even though you are attempting to use the wrong tool to manage your processes, you
will learn a lot.  Your first attempt at managing your processes will be flawed.  So, you will begin your own improvement activities.

There are some minuses.

Your selected tool – Excel, Word or Visio – will not be able to automate activities.  However, using these tools will highlight activities that could or should be automated.

These tools are passive.  If someone does not interact with the tool, you will not have visibility into what is happening within a process.

BPM tools provide control and visibility.

Building on the knowledge you have gained by trying to use your ‘hammer’ to manage processes will help you when implementing business process management [BPM] software.  You should have the knowledge to put together a good requirements document.

Control – BPM software has a workflow component that allows you to impart business
rules.  This allows you to control your process.

Visibility – Since this software is built on a relational database, you are able to generate queries that show you what is going on with your process.  At any time, you can see who is working on what and how it is progressing.

I don’t have a problem with someone starting out using a hammer, but the next tool in their toolbox needs to be the right tool for the right job.

Your thoughts?

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If the Only Tool in Your Toolbox is a Hammer, Everything Looks Like a Nail.

TCU estreita relações com prefeitos do Rio Grande do Sul

O Tribunal de Contas da União (TCU) dará continuidade ao projeto Diálogo Público, que, nesta edição, terá como tema principal a melhoria da governança pública. As conversas ocorrerão em diversos municípios brasileiros com prefeitos e gestores de unidades jurisdicionadas do TCU. As inscrições são gratuitas e o primeiro Diálogo Público do ano será realizado na próxima terça-feira, 28 de maio, em Porto Alegre/RS.

O tribunal, sem abrir mão de apurar a legalidade dos atos da administração, busca atuar de forma mais pedagógica para auxiliar gestores a adotar medidas que evitem, já na origem, irregularidades que se repetem ano após ano, como sobrepreço, superfaturamento, licitação irregular, falta de projetos básico ou executivo, e inadequados estudos ambientais.

O objetivo de cada encontro é apresentar a nova diretriz da governança para o controle da gestão e tratar de temas como licitações e contratos, convênios, obras e controle interno.

Estão previstos encontros, ainda em 2013, nas capitais Belém, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo

Serviço:

“Diálogo Público – para a melhoria da gestão pública”

Data: 28 de maio de 2013, terça-feira, a partir das 9h

Auditório Dante Barone

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

Praça Marechal Deodoro, 101 – Porto Alegre/RS

Inscrições e programação no Portal do TCU: www.tcu.gov.br

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TCU estreita relações com prefeitos do Rio Grande do Sul

Nota de esclarecimento

A propósito de matérias que têm sido veiculadas na imprensa nos últimos dias, contendo críticas à atuação do Tribunal de Contas da União (TCU) na fiscalização de obras públicas custeadas com recursos federais, esta Casa vê com estranheza tais declarações. No exercício de sua missão constitucional, o tribunal busca controlar a administração pública de forma a contribuir para o seu aperfeiçoamento em benefício da sociedade, garantindo, quanto às obras, que sejam cumpridos os parâmetros legais de custos, estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de modo que não haja desperdício de dinheiro público.
Somente em 2012, a atuação do TCU, na fiscalização de obras públicas, gerou uma economia de 2,5 bilhões de reais, o suficiente para a construção de mais de 60 mil casas populares.
Apenas a título de exemplo, consulta ao Sistema de Acompanhamento de Contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informa que dos 1.153 contratos de obras rodoviárias a cargo da autarquia, um total de 167, ou 14%, estão paralisados. Já dentre esses contratos, apenas sete receberam algum tipo de determinação de restrição por parte do TCU, o que representa somente 0,6% do total de contratos do Dnit.
Portanto, a paralisação dos 160 outros contratos não resultou de atuação do TCU, que tem dado prioridade ao diálogo com os gestores públicos, permitindo a correção dos problemas sem a necessidade de paralisação dos empreendimentos.
Durante as fiscalizações, o TCU, para verificar a adequação dos orçamentos das obras, utiliza parâmetros de custos legalmente definidos, como o Sicro e o Sinapi.
Cumpre salientar, ainda, que as decisões quanto à gestão das obras são de exclusiva responsabilidade dos órgãos e entidades públicas contratantes, não passando pelo crivo antecipado do TCU.
Por fim, reiteramos que o objetivo do TCU, membros e corpo técnico, é assegurar que as obras sejam executadas regularmente, dentro do prazo, e entregues à sociedade com qualidade e a preço justo.

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO (SECOM)
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

Taken from:

Nota de esclarecimento

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