Formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Máua, Pós Graduado pela ESPM, e com especialização em marketing para Internet pela University of California, Irvine, atua no segmento de comércio eletrônico desde 1999, tendo passado pelos portais UOL e Terra. Hoje é Diretor de Projetos na Escalena, empresa responsável pelas lojas virtuais da TIM, Renner, Positivo Informática, Arno, entre outras.
Muitojá se falou e continua falando sobre modelagem de dados, porém gostaria de focar num ponto do cenário de TI e de negócios que a meu ver pode recebera luz e por que não de um pouco de reflexão?
O que vai aqui neste artigo é um pouco de conhecimento de TI misturado com a experiência própria em diversos clientes em situações que vão desde de manutenção em base de dados até integração com módulos de outros executáveis e aplicações web como nota fiscal eletrônica.
Frequentemente tenho que efetuar manutenção em diversas bases de dados sejam elas baseadas em tecnologia Microsoft ( SQL Server,Access,Foxpro), Oracle ( Oracle e MySQL ) bem como outras como Firebird (Borland ), IBM(Informix,DB2) e por aí vai…
No momento desta manutenção temos sempre em mente o que vamos ter que mudar,qual código sql aplicar,quais esquemas usar, mas isto não basta.
Assim como um profissional de uma oficina – que tem seus quadros de ferramenta e trabalhos sempre a mostra e disponíveis,o profissional de TI deve se preocupar em ter facilidades de trabalhos semelhantes para não dizer idênticas no sentido de documentação,acesso,visual gráfico e legibilidade clara do processo que deve ser alterado durante sua rotina de manutenção.
Para conseguir isto os profissionais e aqui não mais só os de TI, mas também e principalmente aqueles que vão utilizar o sistema de informação precisam conhecer não só da regra de negócio mas também de como os dados e os tratamentos de exceção são vistos pelo sistema de gerenciamento de banco de dados que sedia o negócio a ser alterado.
Sei que muitas vezes em função do perfil profissional nem o desenvolvedor ou o DBA têm plena abrangência do negócio bem como o profissional que analisa o negócio ( analista de negócios ) tem conhecimento técnico em banco de dados; porém vale lembrar que a modelagem não é uma linguagem excessivamente técnica, aliás não é linguagem e sim uma ferramenta visual para discussão de como os dados são armazenados e interagem nas rotinas que provêm o funcionamento do negócio em si.
Para ilustrar, esta semana mesmo tive um exemplo claro de como a junção de conhecimentos e mais uma modelagem auxiliam no esclarecimento e até na divisão de tarefas para completar uma nova implementação nas rotinas de uma empresa.
Estávamos em três pessoas, dois de TI e um homem de negócios, e eu havia deixado pronto uma modelagem simples com documentação também simples sobre os esquemas de dados que sofrem alteração de status, ou seja elementos de transição-estado.
Em cerca de 2 horas de reunião decidimos as tarefas e como a base de dados poderia ficar, com implementações simples.
Para que isto ocorresse foi fundamental ter conhecimento da base, documentação minima e conhecimento do negócio.
Estes conhecimentos são adquiridos de várias formas e uma delas é através de treinamento, seja com intuito de reciclar ( mudando a abordagem ), seja no intuito de fortalecer o uso ( mudando a forma de trabalho ).
Todos temos como fato que nossos conhecimentos são passíveis de mudança, principalmente no cenário atual de globalização, onde é vital o uso de informação segura e confiável.
A única recomendação que faço ( me permito esta ousadia ) é que o nível de comunicação seja o mais claro possível para cada interlocutor nas reuniões de negócios e uma forma de auxiliar é utilizando mais esta ferramenta além de outras que vamos falar futuramente.
A Caixa Econômica Federal vai lançar a ferramenta Wikiversidade Caixa para seus 84 mil empregados, além da publicação on-line das páginas pessoais do quadro de funcionários do banco estatal. As medidas fazem parte de um conjunto estratégico da gestão do conhecimento, tendo como eixo central o Processo Seletivo Interno (PSI), segundo informou avsuperintendente nacional da Caixa, Maria Salete Cavalcanti, durante evento sobre gestão do conhecimento, ocorrido em São Paulo.
Salete observou que alguns vetores são essenciais para a prática de gestão do conhecimento e sustentabilidade, sendo eles a participação, aperfeiçoamento e motivação. Por isso, num segundo momento, a Caixa deve estender o programa aos estagiários, menores aprendizes e demais parceiros da instituição, entre os quais agentes lotéricos, fornecedores e distribuidores. Todas as ferramentas de gestão do conhecimento foram desenvolvidas em software livre pelos profissionais de TI da instituição financeira.
A executiva conta que, há dez anos, a partir da necessidade de desenvolver uma educação corporativa para os profissionais, a Caixa criou a Universidade Caixa. “Mas isso não era o suficiente para o desenvolvimento das competências essenciais da organização, das estratégias de negócio e da efetiva gestão do conhecimento, num processo contínuo de educação, permitindo o crescimento do indivíduo dentro da empresa, aliando a satisfação pessoal dos funcionários”, disse.
Ela acrescenta que, constatada a necessidade de implantar ações educacionais e outras estratégias de saberes que apontam os caminhos para a aprendizagem dos bancários, a Caixa também implantou o programa Trilhas de Aprendizagem. O projeto foi feito com dois recortes – um transversal, aberto a todos da organização e outro específico, voltado aos cargos de direção e gerência, abrangendo 47 mil funções gratificadas e 15 mil funções gerenciais, próprios para os funcionários de carreira da Caixa.
Integram as Trilhas, a gestão por competência, com foco nos pontos fortes dos bancários e o Banco de Oportunidade. “Temos que olhar para aquilo que o funcionário tem como ponto forte e não para o que falta, pois o objetivo é valorizar e reforçar o potencial do indivíduo. Isso é melhor do que tentar reforçar o ponto fraco, porque, dessa forma, no máximo conseguiremos um funcionário mediano”, finalizou Salete.
Bom, aí o trabalho começou de verdade e agora eu preciso montar o Modelo de Uso – como usar o BOS para atender que necessidade. Cada vez que você pensa no assunto, aparece uma faceta diferente, um aspecto novo, uma idéia que precisa receber um pouco de ponderação. É COISA PARA CHUCHU!!!
E depois tem gente que vira para mim e diz que precisa usar o tal software. Olhe, se você quer usar – só instalar e usar – esqueça BI e BPMS, instale um editor de textos e boa diversão.
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